Risco Operacional A Instituição define Risco Operacional como o risco de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falhos e de eventos externos que possam ocasionar ou não a interrupção parcial ou total de suas atividades essenciais. Em 26.06.2004, foi publicado o novo acordo da Basiléia (II) , contendo a exigência de alocação de capital para o Risco Operacional. No Brasil a Resolução 3380, emitida pelo Bacen, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, em 29 de junho de 2006, teve como definição: “A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. ” Nesse sentido, o Banco Guanabara definiu diretrizes para a implantação e disseminação da cultura para a gestão do Risco Operacional, em todos os níveis da instituição. O gerenciamento do Risco Operacional é um dos principais pontos fundamentais do Banco Guanabara, pela característica de suas atividades. A estrutura de gerenciamento do Risco Operacional é formada por três níveis: Estratégico, Gerencial e Operacional: O nível estratégico é formado pelo Presidente da instituição, pelo Diretor Superintendente, pelo Diretor Executivo e pelo Comitê de Gestão Integrada de Compliance e Risco Operacional. O Nível Gerencial é formado pela Comissão de Gerenciamento de Controles Internos e Risco Operacional. O Nível Operacional é composto pelos Agentes de Compliance e Risco Operacional. Através de procedimentos, a estrutura possibilita que todos os participantes estejam envolvidos com esta nova cultura, propiciando avaliar, monitorar, controlar e mitigar os riscos operacionais. O Banco Central do Brasil publicou, em abril de 2008, a Circular n° 3.383 e as Cartas Circulares nrs 3.315 e 3.316, que descrevem os procedimentos para o cálculo da parcela do Patrimônio de Referência Exigido (PRE) referente ao risco operacional (POPR). Para fins de gerenciamento de risco operacional e respectiva alocação de capital. Dentre os conceitos requeridos pelo Banco Central do Brasil, a Instituição adotou o Indicador Básico: aplicação de percentual único de 15% sobre o resultado bruto dos últimos seis semestres.
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